Novidades - Ciclideos Sul Americanos
- Jacinto Salgueiro
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Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Olá.
Vou abrir aqui um tópico que fique fixo para podermos partilhar novidades das espécies da América do Sul.
A ideia é dar a novidade e indicar onde é que se fundamenta, por exemplo, indicando a bibliografia.
Vou abrir aqui um tópico que fique fixo para podermos partilhar novidades das espécies da América do Sul.
A ideia é dar a novidade e indicar onde é que se fundamenta, por exemplo, indicando a bibliografia.
- Jacinto Salgueiro
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Foi descoberta por Oliver Lucanus uma nova espécie da subfamília Geophaginae (conhecidos por Eartheaters). Esta descoberta foi feita no Brasil, no estado de Pirenopolis (bem perto de Brasilia), no Rio Tocantins. Apesar de não ter descrito e classificado a espécies, O. Lucanus, enquadrou-o dentro do género Retroculus. Bem bonitos.
Bibliografia
Lucanus, O. (2011). A new Eartheater from Alto Tocantins in Brazil. Cichlid News. 20,2: (18-19)
Bibliografia
Lucanus, O. (2011). A new Eartheater from Alto Tocantins in Brazil. Cichlid News. 20,2: (18-19)
- Miguel Monteiro
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Foi descrita uma nova espécie: Guianacara dacrya, nativa dos Rios Branco, Essequibo e afluentes na Guiana.
Cumprimentos
Miguel Monteiro
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Foi descoberta uma nova espécie de ciclideo na bacia do Rio Maranhão basin, no norte do Brasil: Cichlasoma zarskei
Cumprimentos
Miguel Monteiro
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Descrição de uma nova espécie: Apistogramma playayacu sp., no Rio Napo do Equador e Perú,
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Nova espécie descoberta no rio Amazonas
http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1483082
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Abraço,
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Nova espécie de apistogramma descoberta
Nome popular.
Apistogramma megaptera sp. nov. é conhecida na literatura aquarista como Apistogramma Breitbinden
Hábitat.
Na natureza é capturada simpatricamente com Apistogramma iniridae. Vive em águas negras de baixa condutividade (5 μS/cm) e pH ácido (valores menores de 4.6)
Etimologia.
Megaptera do grego Mégas que significa grande e Pterón que significa nadadeira, em referência as nadadeiras dorsal e caudal bem desenvolvidas nos machos da espécie.
Sistemática.
Comparando a morfologia de A. megaptera com o grupo artificial agassizii Meinken 1962 (seguindo Kullander 1980), composto pelas especies como A. agassizii, A. elizabethae e A. bitaeniata, no qual acredita-se que A. megaptera inclui-se nesse grupo, e também baseado em sua área de distribuição que recria os processos paleogeograficos anteriores ao levantamentos do arco estrutural do Vaupés.

Apistogramma megaptera - exemplar fêmea

Apistogramma megaptera - exemplar macho
Para saber mais:
Mesa Salazar, L. M. & Lasso, C. A. Apistogramma megaptera (Perciformes:Cichlidae), una nueva especie para la cuenca del Orinoco. Biota Colombiana, V. 12 N. 1, Pag. 19-29. 2011.
Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke
© Copyright 2012 ©
Nome popular.
Apistogramma megaptera sp. nov. é conhecida na literatura aquarista como Apistogramma Breitbinden
Hábitat.
Na natureza é capturada simpatricamente com Apistogramma iniridae. Vive em águas negras de baixa condutividade (5 μS/cm) e pH ácido (valores menores de 4.6)
Etimologia.
Megaptera do grego Mégas que significa grande e Pterón que significa nadadeira, em referência as nadadeiras dorsal e caudal bem desenvolvidas nos machos da espécie.
Sistemática.
Comparando a morfologia de A. megaptera com o grupo artificial agassizii Meinken 1962 (seguindo Kullander 1980), composto pelas especies como A. agassizii, A. elizabethae e A. bitaeniata, no qual acredita-se que A. megaptera inclui-se nesse grupo, e também baseado em sua área de distribuição que recria os processos paleogeograficos anteriores ao levantamentos do arco estrutural do Vaupés.

Apistogramma megaptera - exemplar fêmea

Apistogramma megaptera - exemplar macho
Para saber mais:
Mesa Salazar, L. M. & Lasso, C. A. Apistogramma megaptera (Perciformes:Cichlidae), una nueva especie para la cuenca del Orinoco. Biota Colombiana, V. 12 N. 1, Pag. 19-29. 2011.
Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Nova espécie de Apistogramma
Uma nova espécie de Apistogramma é descrita pelos ictiólogos Uwe Romer e colaboradores. Apistogramma cinilabra sp. n. é encontrada na bacia do Rio Itaya, a cerca de 80 quilometros ao sul de Iquitos, Departamento de Loreto.
Etimologia:
Do latim cinis, cineris (=cinza) e labro (=lábio). O nome refere-se ao fato de que machos adultos territoriais desta espécie apresentam lábios de coloração cinza quando estão agressivos e o acasalamento, uma característica única desta espécie dentro do gênero.
Distribuição e Ecologia:
A localidade tipo de Apistogramma cinilabra sp. n. fica em um lago isolado a cerca de 1 km da estrada de Iquitos a Nauta, e de acordo com nossos estudos, é o único local de coleta dessa espécie.
Para saber mais sobre a espécie, consulte em:
Römer, U., Duponchelle, F., Diaz, A.D., Davilla, C.G., Sirvas, S., Catchay, C.D. & Renno, J.F. (2011). Apistogramma cinilabra sp. n.: Description of a potentially endangered endemic cichlid species (Teleostei: Perciformes: Cichlidae) from the Departamento Loreto, Peru *. Vertebrate Zoology. 61 (1): 3 – 23.
Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke
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Apistogramma cinilabra - casal
Uma nova espécie de Apistogramma é descrita pelos ictiólogos Uwe Romer e colaboradores. Apistogramma cinilabra sp. n. é encontrada na bacia do Rio Itaya, a cerca de 80 quilometros ao sul de Iquitos, Departamento de Loreto.
Etimologia:
Do latim cinis, cineris (=cinza) e labro (=lábio). O nome refere-se ao fato de que machos adultos territoriais desta espécie apresentam lábios de coloração cinza quando estão agressivos e o acasalamento, uma característica única desta espécie dentro do gênero.
Distribuição e Ecologia:
A localidade tipo de Apistogramma cinilabra sp. n. fica em um lago isolado a cerca de 1 km da estrada de Iquitos a Nauta, e de acordo com nossos estudos, é o único local de coleta dessa espécie.
Para saber mais sobre a espécie, consulte em:
Römer, U., Duponchelle, F., Diaz, A.D., Davilla, C.G., Sirvas, S., Catchay, C.D. & Renno, J.F. (2011). Apistogramma cinilabra sp. n.: Description of a potentially endangered endemic cichlid species (Teleostei: Perciformes: Cichlidae) from the Departamento Loreto, Peru *. Vertebrate Zoology. 61 (1): 3 – 23.
Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke
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Apistogramma cinilabra - casal
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Duas novas espécies de dicrossus descritas:
Dicrossus foirni
Dicrossus warzeli
Ictiólogo alemão Dr. Uwe Römer e seus colegas publicaram um artigo científico descrevendo as duas espécies novas, ambas conhecidas pela ciência e aficionados por pelo menos 20 anos sob uma variedade de nomes provisórios.
As primeiras espécies já nomeadas Dicrossus foirni , pode ser familiar como Dicrossus sp. "Peru", D. sp. "Rotflossen", D. sp. "Rio Negro", ou D. sp. "Doppelfleck". Origina-se da média e alta bacia do Rio Negro (Peru não!), Exclusivamente no banco da esquerda (norte) afluentes do rio principal a montante da sua confluência com o Rio Branco.
Dicrossus foirni


O nome foirni baseia-se na FOIRN sigla para Federação das Organizações Indígenas Das Rio Negro, uma organização não governamentais que cuida dos interesses dos povos indígenas no Brasil. Os autores, portanto, reconhecer FOIRN repetidamente dando permissão para viajar em terras tribais no meio e alto Rio Negro, bem como para a realização de observações sobre a vida selvagem, especialmente insetos e peixes, nestas áreas.
A espécie foi encontrada em águas claras, preto e branco, por vezes na companhia de seu congênere D. filamentosus bem como outros ciclídeos anões (Apistogramma gibbiceps, A. paucisquamis, A. pertensis), eo tetra cardinal, Paracheirodon axelrodi .
Dicrossus warzeli


A segunda espécie, agora chamado Dicrossus warzeli (em cima na foto, masculino, feminino abaixo), é considerado endêmico para a drenagem do Rio Tapajós e era anteriormente conhecida como D. sp. "Tapajós". Foi descoberto por e é nomeado em homenagem a Frank Warzel, o renomado especialista alemão em pique ciclídeos (Crenicichla), que morreu tragicamente em 2004, com a idade de apenas 44.
Este ciclídeo foi encontrado exclusivamente em fluxos clearwater com muito macio água, ácido (sem dureza mensurável, pH inferior a 5,0 regularmente, geralmente inferior a 4,0) e fundo de areia com áreas de serapilheira.
As duas novas espécies são pensados para ser mais estreitamente relacionados entre si do que para os outros três; estudos genéticos estão sendo tomadas para investigar isso.
Embora este trabalho novo significa que todas as espécies conhecidas Dicrossus estão descritas cientificamente, os autores concluem observando que há indícios de que o Rio Negro e populações do Rio Orinoco, de D. filamentosus são separados, embora semelhantes, espécies. Os aquaristas reprodutores filamentosus em seus tanques de peixes por favor, tome nota!
Para mais informações consulte: Römer, U., Hahn, IJ, & PM Vergara (1910), Descrição do Dicrossus foirni sp. n. e Dicrossus warzeli sp. n. (Teleostei: Perciformes), duas novas espécies de ciclídeos do Rio Negro e Rio Tapajós, drenagem Amazonas, Brasil. Vertebrados Zoology 60 (2): 123-138.
Publicado em: Mary Bailey Quinta-feira 4 de novembro de 2010 12:45
Dicrossus foirni
Dicrossus warzeli
Ictiólogo alemão Dr. Uwe Römer e seus colegas publicaram um artigo científico descrevendo as duas espécies novas, ambas conhecidas pela ciência e aficionados por pelo menos 20 anos sob uma variedade de nomes provisórios.
As primeiras espécies já nomeadas Dicrossus foirni , pode ser familiar como Dicrossus sp. "Peru", D. sp. "Rotflossen", D. sp. "Rio Negro", ou D. sp. "Doppelfleck". Origina-se da média e alta bacia do Rio Negro (Peru não!), Exclusivamente no banco da esquerda (norte) afluentes do rio principal a montante da sua confluência com o Rio Branco.
Dicrossus foirni


O nome foirni baseia-se na FOIRN sigla para Federação das Organizações Indígenas Das Rio Negro, uma organização não governamentais que cuida dos interesses dos povos indígenas no Brasil. Os autores, portanto, reconhecer FOIRN repetidamente dando permissão para viajar em terras tribais no meio e alto Rio Negro, bem como para a realização de observações sobre a vida selvagem, especialmente insetos e peixes, nestas áreas.
A espécie foi encontrada em águas claras, preto e branco, por vezes na companhia de seu congênere D. filamentosus bem como outros ciclídeos anões (Apistogramma gibbiceps, A. paucisquamis, A. pertensis), eo tetra cardinal, Paracheirodon axelrodi .
Dicrossus warzeli


A segunda espécie, agora chamado Dicrossus warzeli (em cima na foto, masculino, feminino abaixo), é considerado endêmico para a drenagem do Rio Tapajós e era anteriormente conhecida como D. sp. "Tapajós". Foi descoberto por e é nomeado em homenagem a Frank Warzel, o renomado especialista alemão em pique ciclídeos (Crenicichla), que morreu tragicamente em 2004, com a idade de apenas 44.
Este ciclídeo foi encontrado exclusivamente em fluxos clearwater com muito macio água, ácido (sem dureza mensurável, pH inferior a 5,0 regularmente, geralmente inferior a 4,0) e fundo de areia com áreas de serapilheira.
As duas novas espécies são pensados para ser mais estreitamente relacionados entre si do que para os outros três; estudos genéticos estão sendo tomadas para investigar isso.
Embora este trabalho novo significa que todas as espécies conhecidas Dicrossus estão descritas cientificamente, os autores concluem observando que há indícios de que o Rio Negro e populações do Rio Orinoco, de D. filamentosus são separados, embora semelhantes, espécies. Os aquaristas reprodutores filamentosus em seus tanques de peixes por favor, tome nota!
Para mais informações consulte: Römer, U., Hahn, IJ, & PM Vergara (1910), Descrição do Dicrossus foirni sp. n. e Dicrossus warzeli sp. n. (Teleostei: Perciformes), duas novas espécies de ciclídeos do Rio Negro e Rio Tapajós, drenagem Amazonas, Brasil. Vertebrados Zoology 60 (2): 123-138.
Publicado em: Mary Bailey Quinta-feira 4 de novembro de 2010 12:45
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
ponham que o pessoal vai lendo. É sempre bom temos informação actualizada
- Antonio MA
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Tiago Rocha Escreveu:![]()
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Nova espécie de Tetragonopterus descoberta no Rio Amazonas
O Tetragonopterus carvalhoi é encontrado no rio Amazonas, entre as divisas dos Estados do Amapá e Pará
O Tetragonopterus carvalhoi é um peixe que se diferencia das outras espécies do mesmo gênero, principalmente por ter uma mancha no formato de um losango próximo a nadadeira caudal.

Nomeado como Tetragonopterus carvalhoi, após os ictiologistas Marcelo de Carvalho, Bruno Melo e co autores, o distinguiram de congêneres. Esta é morfologicamente diferenciada das outras espécies do gênero (T. argenteus, T. chalceus e T. rarus combinação nova) pelo formato losangular da mancha no pedúnculo caudal contra uma mancha arredondada a quadrangular nas demais espécies.
Sequências parciais do gene mitocondrial citocromo oxidase C subunidade I de representantes de todas as espécies válidas deT etragonopterus, incluindo esta espécie nova, foram analisadas. Os resultados obtidos revelaram uma significante distância genética entre esta espécie nova e as demais do gênero. É apresentada uma discussão sobre a nova combinação, Tetragonopterus rarus.
Para mais informações, consulte o artigo : Melo, BF, RC Benine, TC Mariguela and C Oliveira (2011) A new species of Tetragonopterus Cuvier, 1816 (Characiformes: Characidae: Tetragonopterinae) from the rio Jari, Amapá, northern Brazil. Neotropical Ichthyology 9, pp. 49–56.
O Tetragonopterus carvalhoi é encontrado no rio Amazonas, entre as divisas dos Estados do Amapá e Pará
O Tetragonopterus carvalhoi é um peixe que se diferencia das outras espécies do mesmo gênero, principalmente por ter uma mancha no formato de um losango próximo a nadadeira caudal.

Nomeado como Tetragonopterus carvalhoi, após os ictiologistas Marcelo de Carvalho, Bruno Melo e co autores, o distinguiram de congêneres. Esta é morfologicamente diferenciada das outras espécies do gênero (T. argenteus, T. chalceus e T. rarus combinação nova) pelo formato losangular da mancha no pedúnculo caudal contra uma mancha arredondada a quadrangular nas demais espécies.
Sequências parciais do gene mitocondrial citocromo oxidase C subunidade I de representantes de todas as espécies válidas deT etragonopterus, incluindo esta espécie nova, foram analisadas. Os resultados obtidos revelaram uma significante distância genética entre esta espécie nova e as demais do gênero. É apresentada uma discussão sobre a nova combinação, Tetragonopterus rarus.
Para mais informações, consulte o artigo : Melo, BF, RC Benine, TC Mariguela and C Oliveira (2011) A new species of Tetragonopterus Cuvier, 1816 (Characiformes: Characidae: Tetragonopterinae) from the rio Jari, Amapá, northern Brazil. Neotropical Ichthyology 9, pp. 49–56.
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Descoberta na Amazônia nova espécie de peixe
Uma nova espécie de peixe ornamental que habita os rios Madeira e Purus foi descoberta pela pesquisadora da Universidade Federal do Amazonas
Uma nova espécie de peixe ornamental que habita os rios Madeira e Purus foi descoberta pela pesquisadora da Universidade Federal do Amazonas e da Universidade do Estado do Amazonas, Cristina Bührnheim.
A piaba dálmata é transparente, o que permite ver seus órgãos internos, como a bexiga natatória, a bolsa de ar usada controlar a profundidade em que nada.
O nome "dálmata" decorre das três manchas pretas que o peixe apresenta. Para Bührnheim, a espécie tem grande potencial para o mercado de aquarismo.
Com média dos exemplares coletados que 17mm à de 20mm, foram considerados a miniatura entre os peixes do mesmo grupo, quando outras piabas chegam a 60 milímetros.
Bührneim. explica que “A miniaturização é um fenômeno evolutivo que ocorre em vários tipos de animais”, no entanto, não tem uma explicação definitiva sobre por que certos tipos de animais diminuem de tamanho.
Esta espécie de peixe vive em cardumes e foi coletada pela primeira vez no Rio Madeira, em Rondônia, em local próximo a uma futura usina hidrelétrica.

Por: AQUABR 04/07/2011
Uma nova espécie de peixe ornamental que habita os rios Madeira e Purus foi descoberta pela pesquisadora da Universidade Federal do Amazonas
Uma nova espécie de peixe ornamental que habita os rios Madeira e Purus foi descoberta pela pesquisadora da Universidade Federal do Amazonas e da Universidade do Estado do Amazonas, Cristina Bührnheim.
A piaba dálmata é transparente, o que permite ver seus órgãos internos, como a bexiga natatória, a bolsa de ar usada controlar a profundidade em que nada.
O nome "dálmata" decorre das três manchas pretas que o peixe apresenta. Para Bührnheim, a espécie tem grande potencial para o mercado de aquarismo.
Com média dos exemplares coletados que 17mm à de 20mm, foram considerados a miniatura entre os peixes do mesmo grupo, quando outras piabas chegam a 60 milímetros.
Bührneim. explica que “A miniaturização é um fenômeno evolutivo que ocorre em vários tipos de animais”, no entanto, não tem uma explicação definitiva sobre por que certos tipos de animais diminuem de tamanho.
Esta espécie de peixe vive em cardumes e foi coletada pela primeira vez no Rio Madeira, em Rondônia, em local próximo a uma futura usina hidrelétrica.

Por: AQUABR 04/07/2011
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Nova espécie de Apistogramma
Uma nova espécie do gênero Apistogramma é descrita para as drenagens do baixo Mamoré na província de Beni na Bolívia. Descrita pelos ictiólogos alemães Wolfgang Staeck and Ingo Schindler, a nova espécie foi nomeada de Apistogramma erythrura.
Apistogramma erythrura é relacionado com Apistogramma trifasciata, pois ambas as espécies possuem a nadadeira dorsal altamente prolongada na parte dianteira nos machos, uma nadadeira caudal redonda, uma faixa lateral larga que se estende até a cauda, sem um ponto caudal.
macho adulto
Forma do corpo: corpo mais profundo (mais alto na parte traseira) em relação a A. trifasciata, fazendo Apistogramma erythrura parecer maior, embora ambos apresentem o mesmo comprimento.
Faixa lateral: a faixa lateral de Apistogramma erythrura é mais larga do que A. trifasciata, pois ela alarga-se na base da cauda. Tal faixa é mais distinta na metade traseira dos peixes e é frequentemente pálida ou nao visível do corpo até o opérculo.
macho adulto
Opérculo: Em muitos machos do Apistogramma erythrura, a parte posterior mais baixa do do opérculo mostra uma mancha vermelha brilhante. Ja em Apistogramma trifasciata, nenhuma população foi encontrada com tal características.
Marcações abdominais: Apistogramma erythrura não possui a listra diagonal escura que estende das nadadeiras peitorais ao ânus, muito evidente em Apistogramma trifasciata.
Erythrura tem origem do grego, onde erythro significa vermelho e ura significa cauda, uma referência a cor da nadadeira caudal na maioria dos machos adultos.
De acordo com os autores, Apistogramma erythrura é encontrado quase exclusivamente nos lagos, ou em áreas mais lentas de córregos. Vivem em águas límpidas e transparentes, com pH em torno de 5,5 a 6.5 e temperaturas de 30ºC
fêmea adulta
Sua alimentação na natureza consite de copepodas, ácaros e larvas de inseto diferentes. O mesmo possui distribuição tanto na Bolívia quanto no Brasil.
Local onde foi colectado: Laguna Mapawa

Uma nova espécie do gênero Apistogramma é descrita para as drenagens do baixo Mamoré na província de Beni na Bolívia. Descrita pelos ictiólogos alemães Wolfgang Staeck and Ingo Schindler, a nova espécie foi nomeada de Apistogramma erythrura.
Apistogramma erythrura é relacionado com Apistogramma trifasciata, pois ambas as espécies possuem a nadadeira dorsal altamente prolongada na parte dianteira nos machos, uma nadadeira caudal redonda, uma faixa lateral larga que se estende até a cauda, sem um ponto caudal.
macho adultoForma do corpo: corpo mais profundo (mais alto na parte traseira) em relação a A. trifasciata, fazendo Apistogramma erythrura parecer maior, embora ambos apresentem o mesmo comprimento.
Faixa lateral: a faixa lateral de Apistogramma erythrura é mais larga do que A. trifasciata, pois ela alarga-se na base da cauda. Tal faixa é mais distinta na metade traseira dos peixes e é frequentemente pálida ou nao visível do corpo até o opérculo.
macho adultoOpérculo: Em muitos machos do Apistogramma erythrura, a parte posterior mais baixa do do opérculo mostra uma mancha vermelha brilhante. Ja em Apistogramma trifasciata, nenhuma população foi encontrada com tal características.
Marcações abdominais: Apistogramma erythrura não possui a listra diagonal escura que estende das nadadeiras peitorais ao ânus, muito evidente em Apistogramma trifasciata.
Erythrura tem origem do grego, onde erythro significa vermelho e ura significa cauda, uma referência a cor da nadadeira caudal na maioria dos machos adultos.
De acordo com os autores, Apistogramma erythrura é encontrado quase exclusivamente nos lagos, ou em áreas mais lentas de córregos. Vivem em águas límpidas e transparentes, com pH em torno de 5,5 a 6.5 e temperaturas de 30ºC
fêmea adultaSua alimentação na natureza consite de copepodas, ácaros e larvas de inseto diferentes. O mesmo possui distribuição tanto na Bolívia quanto no Brasil.
Local onde foi colectado: Laguna Mapawa

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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Nova espécie de Laetacara
Uma nova espécie de Laetacara é descrita do rio Verde, bacia do rio Araguaia, São Miguel do Araguaia, Goiás, Brasil; e Laetacara dorsigera é re-descrita. A mesma foi descrita pelos ictiólogos Felipe Ottoni e Wilson Costa como Laetacara araguaiae. A nova espécie do rio Araguaia se distingue de todas as espécies do gênero devido seu baixo número de raios da nadadeira dorsal.

Também difere de L. thayeri por possuir mácula no pedúnculo da nadadeira caudal e possuir escamas ciclóides no lado da cabeça.

A nova espécie difere de L. fulvipinnis e L. flavilabris devido a alguns caracteres merísticos. Difere de L. dorsigera por possuir um ectopterigóide fino e por alguns caracteres merísticos, e de L. curviceps e L. dorsigera por não possuir uma mácula na nadadeira dorsal.
Laetacara dorsigera difere de L. curviceps e da nova espécie do Araguaia por possuir um ectopterigóide mais largo e por alguns caracteres merísticos e morfométricos.
Laetacara dorsigera difere das demais espécies do gênero devido alguns caracteres morfométricos e merísticos.
Distribuição: Rio Verde, Bacia do rio Araguaia basin, Brasil central.
Etimologia: Do Araguaia, referindo-se a bacia do rio onde a espécie é encontrada.
Para saber mais:
Ottoni, F.P. & Costa, W.J.E.M. Description of a new species of Laetacara Kullander, 1986 from central Brazil and re-description of Laetacara dorsigera (Heckel, 1840) (Labroidei: Cichlidae: Cichlasomatinae). Vertebrate Zoology 59, pp. 41–48, 2009.
Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke © Copyright 2009 ©
Uma nova espécie de Laetacara é descrita do rio Verde, bacia do rio Araguaia, São Miguel do Araguaia, Goiás, Brasil; e Laetacara dorsigera é re-descrita. A mesma foi descrita pelos ictiólogos Felipe Ottoni e Wilson Costa como Laetacara araguaiae. A nova espécie do rio Araguaia se distingue de todas as espécies do gênero devido seu baixo número de raios da nadadeira dorsal.

Também difere de L. thayeri por possuir mácula no pedúnculo da nadadeira caudal e possuir escamas ciclóides no lado da cabeça.

A nova espécie difere de L. fulvipinnis e L. flavilabris devido a alguns caracteres merísticos. Difere de L. dorsigera por possuir um ectopterigóide fino e por alguns caracteres merísticos, e de L. curviceps e L. dorsigera por não possuir uma mácula na nadadeira dorsal.
Laetacara dorsigera difere de L. curviceps e da nova espécie do Araguaia por possuir um ectopterigóide mais largo e por alguns caracteres merísticos e morfométricos.
Laetacara dorsigera difere das demais espécies do gênero devido alguns caracteres morfométricos e merísticos.
Distribuição: Rio Verde, Bacia do rio Araguaia basin, Brasil central.
Etimologia: Do Araguaia, referindo-se a bacia do rio onde a espécie é encontrada.
Para saber mais:
Ottoni, F.P. & Costa, W.J.E.M. Description of a new species of Laetacara Kullander, 1986 from central Brazil and re-description of Laetacara dorsigera (Heckel, 1840) (Labroidei: Cichlidae: Cichlasomatinae). Vertebrate Zoology 59, pp. 41–48, 2009.
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