Novidades - Ciclideos Sul Americanos
- Sérgio Tavares
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Excelente gonçalo.
You should know by now that I just don't care
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Apesar de não ser ciclideo, acho por bem colocar este ''post'' com esta nova especie de modo a dar a conhecer ao pessoal, as novidades
Uma nova espécie de Bryconops é descrita para um tributário do rio Madeira na bacia do rio Amazonas, Brasil.

Bryconops piracolina pertence ao subgênero Bryconops por não possuir dentes ou raramente apresentar apenas um dente na maxila, e por possuir uma área nua na face entre o segundo e terceiro infraorbitais.
A espécie nova se distingue de todas as espécies do subgênero Bryconops pela presença de uma grande mancha negra na base da nadadeira dorsal. Além disto, difere de todas as espécies do gênero, exceto B. inpai, por possuir a nadadeira adiposa inteiramente preta.
Difere de B. inpai pela ausência de manchas umerais. Difere de todas as espécies de Bryconops, exceto B. caudomaculatus, por possuir as últimas escamas da série longitudinal de escamas da linha lateral sem poros além da terminação da placa hipural e difere de B. caudomaculatus pelo menor número de escamas com poros da linha lateral (31-36, média 34,6 vs. 37-43 média, 40,6; respectivamente).
Uma nova espécie de Bryconops é descrita para um tributário do rio Madeira na bacia do rio Amazonas, Brasil.

Bryconops piracolina pertence ao subgênero Bryconops por não possuir dentes ou raramente apresentar apenas um dente na maxila, e por possuir uma área nua na face entre o segundo e terceiro infraorbitais.
A espécie nova se distingue de todas as espécies do subgênero Bryconops pela presença de uma grande mancha negra na base da nadadeira dorsal. Além disto, difere de todas as espécies do gênero, exceto B. inpai, por possuir a nadadeira adiposa inteiramente preta.
Difere de B. inpai pela ausência de manchas umerais. Difere de todas as espécies de Bryconops, exceto B. caudomaculatus, por possuir as últimas escamas da série longitudinal de escamas da linha lateral sem poros além da terminação da placa hipural e difere de B. caudomaculatus pelo menor número de escamas com poros da linha lateral (31-36, média 34,6 vs. 37-43 média, 40,6; respectivamente).
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Nova espécie de Cichlasoma : descrito 8 de janeiro de 2012 by RevistaAquario

Cichlasoma zarskei sp.n. é descrito para a bacia do rio Maranhão, norte do Brasil. A nova espécie difere de todos seus congêneres, exceto C. orientale, por possuir banda posterior da faixa longitudinal conspícua e nadadeiras dorsal, anal e caudal com poucas pintas.
Ele também difere de seus congêneres pela presença dos seguintes estados de caracteres: escamação predorsal trisserial, quatro espinhos na nadadeira anal, redução da escamação entre raios das nadadeiras dorsal e anal, forâmen entre placas infraorbitais 3+4 e placa 5 menor, ectopterigóide mais alto, pré-maxila com dentes em toda sua superfície dentígera, nadadeira caudal não oceolada, menos costelas pleurais, mais escamas na série E1, último espinho da nadadeira dorsal menor, último espinho da nadadeira anal menor, focinho mais comprido, cabeça mais larga e menor mandíbula inferior. Uma nova diagnose para C. orientale, sem estados de caracteres que se sobreponham, é aqui apresentada
Para maiores informações, consulte o doc: Ottoni, FP (2011) Cichlasoma zarskei, a new cichlid fish from northern Brazil (Teleostei: Labroidei: Cichlidae). Vertebrate Zoology 61, pp. 335–342.

Cichlasoma zarskei sp.n. é descrito para a bacia do rio Maranhão, norte do Brasil. A nova espécie difere de todos seus congêneres, exceto C. orientale, por possuir banda posterior da faixa longitudinal conspícua e nadadeiras dorsal, anal e caudal com poucas pintas.
Ele também difere de seus congêneres pela presença dos seguintes estados de caracteres: escamação predorsal trisserial, quatro espinhos na nadadeira anal, redução da escamação entre raios das nadadeiras dorsal e anal, forâmen entre placas infraorbitais 3+4 e placa 5 menor, ectopterigóide mais alto, pré-maxila com dentes em toda sua superfície dentígera, nadadeira caudal não oceolada, menos costelas pleurais, mais escamas na série E1, último espinho da nadadeira dorsal menor, último espinho da nadadeira anal menor, focinho mais comprido, cabeça mais larga e menor mandíbula inferior. Uma nova diagnose para C. orientale, sem estados de caracteres que se sobreponham, é aqui apresentada
Para maiores informações, consulte o doc: Ottoni, FP (2011) Cichlasoma zarskei, a new cichlid fish from northern Brazil (Teleostei: Labroidei: Cichlidae). Vertebrate Zoology 61, pp. 335–342.
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Nova espécie de Peixe Lápis descrito 7 de janeiro de 2012by RevistaAquario
Uma nova espécie de peixe lápis foi descrita a partir de importações de Belém, norte do Brasil.

Axel Zarske descreve Nannostomus grandis na última edição da revista Zoologia de Vertebrados, distinguindo do semelhante Beckford pencilfish (N. beckfordi) pelo seu corpo mais alongado, cabeça mais curta, tamanho final maior e nadadeiras pélvicas claras.
É a maior espécie de peixe lápis conhecida, podendo chegar a 5cm.
A nova espécie foi importada e criado em cativeiro em 1920, quando foi incorretamente identificado como N. anomalus (este nome é considerado um sinônimo de N. beckfordi).
Para mais informações, consulte o documento: Zarske, A (2011) Nannostomus grandis spec. nov. – ein neuer Ziersalmler aus Brasilien mit Bemerkungen zu N. beckfordi Günther, 1872, N. anomalus Steindachner, 1876 und N. aripirangensis Meinken, 1931 (Teleostei: Characiformes: Lebiasinidae). Vertebrate Zoology 61, pp. 283–298.
Uma nova espécie de peixe lápis foi descrita a partir de importações de Belém, norte do Brasil.

Axel Zarske descreve Nannostomus grandis na última edição da revista Zoologia de Vertebrados, distinguindo do semelhante Beckford pencilfish (N. beckfordi) pelo seu corpo mais alongado, cabeça mais curta, tamanho final maior e nadadeiras pélvicas claras.
É a maior espécie de peixe lápis conhecida, podendo chegar a 5cm.
A nova espécie foi importada e criado em cativeiro em 1920, quando foi incorretamente identificado como N. anomalus (este nome é considerado um sinônimo de N. beckfordi).
Para mais informações, consulte o documento: Zarske, A (2011) Nannostomus grandis spec. nov. – ein neuer Ziersalmler aus Brasilien mit Bemerkungen zu N. beckfordi Günther, 1872, N. anomalus Steindachner, 1876 und N. aripirangensis Meinken, 1931 (Teleostei: Characiformes: Lebiasinidae). Vertebrate Zoology 61, pp. 283–298.
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
A revisão do grupo Panaque nigrolineatus pelos biólogos Nathan Lujan, Max Hidalgo e Donald Stewart está publicado na edição recente da revista Copeia, e reconhece três espécies válidas: P. cochliodon, P. nigrolineatus and P. suttonorum, bem como descrevendo P. armbrusteri, P. schaeferi and P. titan como novas espécies.
Panaque armbrusteri

Esta é a espécie conhecida no aquarismo como Tapajós ou Pleco royal de linha dourada, ou simplesmente L27b.
Nomeado pelo especialista em Loricarídeos Jonathan Armbruster, Panaque armbrusteri é conhecido apenas na drenagem do rio Tapajós, embora os autores afirmam que algumas formas muito semelhantes a partir do Xingu, Tocantins e Araguaia, a leste também pode pertencer a esta espécie.
Panaque schaeferi

Esta espécie é conhecida no aquarismo como o Pleco Titanic (que não deve ser confundido com o P. titã), L203, ou L65, e é nomeado em homenagem ao ictiólogo americano Scott Schaefer.
Panaque schaeferi é difundida nos canais do rio principal do Alto Amazonas, onde ele parece estar restrito aos brancos e rios de águas claras.
Panaque titan
Esta espécie é conhecida no aquarismo como Ouro ou Pleco “Shampupa”, ou simplesmente como L418.
Só é conhecida da drenagem do rio Napo, no Equador, onde habita rios lótico profundos.
Para obter mais detalhes, assim como chaves de identificação, consulte: Lujan, NK, M Hidalgo and DJ Stewart (2010) Revision of Panaque (Panaque), with descriptions of three new species from the Amazon Basin (Siluriformes, Loricariidae). Copeia 2010, pp. 676–704.
Panaque armbrusteri

Esta é a espécie conhecida no aquarismo como Tapajós ou Pleco royal de linha dourada, ou simplesmente L27b.
Nomeado pelo especialista em Loricarídeos Jonathan Armbruster, Panaque armbrusteri é conhecido apenas na drenagem do rio Tapajós, embora os autores afirmam que algumas formas muito semelhantes a partir do Xingu, Tocantins e Araguaia, a leste também pode pertencer a esta espécie.
Panaque schaeferi

Esta espécie é conhecida no aquarismo como o Pleco Titanic (que não deve ser confundido com o P. titã), L203, ou L65, e é nomeado em homenagem ao ictiólogo americano Scott Schaefer.
Panaque schaeferi é difundida nos canais do rio principal do Alto Amazonas, onde ele parece estar restrito aos brancos e rios de águas claras.
Panaque titan
Esta espécie é conhecida no aquarismo como Ouro ou Pleco “Shampupa”, ou simplesmente como L418.
Só é conhecida da drenagem do rio Napo, no Equador, onde habita rios lótico profundos.
Para obter mais detalhes, assim como chaves de identificação, consulte: Lujan, NK, M Hidalgo and DJ Stewart (2010) Revision of Panaque (Panaque), with descriptions of three new species from the Amazon Basin (Siluriformes, Loricariidae). Copeia 2010, pp. 676–704.
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Cientistas descobrem na Amazônia nova espécie de peixe que come madeira
"O peixe identificado é de uma nova espécie de panaque, um tipo de cascudo que come madeira, segundo Petry. “O grupo tem dentes em forma de colher, que são adaptados a raspar os troncos de árvores que caem nos rios. Este padrão de dentição é único a este grupo que consome madeira”, diz ele.

O peixe identificado é de uma nova espécie de panaque, um tipo de peixe siluriforme que come madeira, segundo Petry.
O grupo tem dentes em forma de colher, que são adaptados a raspar os troncos de árvores que caem nos rios.
Petry explica que existem cerca de 12 espécies de peixes siluriformes que comem madeira, distribuídos por grandes bacias hidrográficas na América do Sul. Várias delas são endémicas e têm uma distribuição relativamente restrita.
"A espécie que recolhemos é a de maior porte que se conhece, chegando a 70 cm de comprimento." - conta Petry.
Indígeneas na região do Purus já conheciam o peixe, segundo o professor. "Eles chamam-lhe ishgunmahuan no idioma sharanahua "- diz.
"O peixe identificado é de uma nova espécie de panaque, um tipo de cascudo que come madeira, segundo Petry. “O grupo tem dentes em forma de colher, que são adaptados a raspar os troncos de árvores que caem nos rios. Este padrão de dentição é único a este grupo que consome madeira”, diz ele.

O peixe identificado é de uma nova espécie de panaque, um tipo de peixe siluriforme que come madeira, segundo Petry.
O grupo tem dentes em forma de colher, que são adaptados a raspar os troncos de árvores que caem nos rios.
Petry explica que existem cerca de 12 espécies de peixes siluriformes que comem madeira, distribuídos por grandes bacias hidrográficas na América do Sul. Várias delas são endémicas e têm uma distribuição relativamente restrita.
"A espécie que recolhemos é a de maior porte que se conhece, chegando a 70 cm de comprimento." - conta Petry.
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Nova espécie de Moenkhausia
Uma espécie nova de Moenkhausia é descrita das bacias de Rio Xingu e de Rio Tapajós, Brasil. Descrita pelos ictiólogos Angela Zanata, José Luis Birindelli e Cristiano Moreira; a espécie foi nomeada de Moenkhausia pirauba.

A espécie nova é distinta de seus congeners, exceto de Moenkhausia moisae, tendo mais escamas na série lateral, 43-47 (vs. 23-41 nos congeners restantes). A espécie nova é distinta de M. moisae por seu padrão de colorido, que consiste em uma listra média lateral escura, e por uma mancha caudal assimétrica (inconspicuous nos espécimes do Rio Arinos) contínua com a listra média lateral .
A nova espécie é mimética a espécie Jupiaba apenima, no Rio Xingu e em drenagens do rio Teles Pires de Rio, e a Jupiaba yarina no Rio Arinos. As duas espécies de Jupiaba são simpátricas e muitos similares no tamanho, na morfologia externa e na coloração em relação à nova espécie.

Uma pequena diferença de coloração ocorre entre as duas espécies de Jupiaba e é observada igualmente nos dois respectivamente morfótipos simpátricos da nova espécie de Moenkhausia. A ocorrência polimórfica do mimetismo Batesiano é discutida para peixes neotropicais de água doce.
Etimologia: Deriva do Tupi, onde Pira = peixe, e aúba = falso. Designado em alusão ao seu mimetismo aparente com Jupiaba.
Dados ecológicos: A nova espécie foi coletada em pequenos tributários de rios maiores, geralmente associadas a águas correntes em associação com mata ciliar bem preservada. O conteúdo estomacal nos adultos apresentaram insetos terrestres, larvas de inseto aquáticas, sobras de peixes e fragmentos de planta.

Para saber mais:
Zanata, AM; Birindelli, JLO; Moreira, CR (2009) New species of Moenkhausia Eigenmann (Characiformes: Characidae) from Rio Xingu and Rio Tapajós basins, Brazil, with comments on a putative case of polymorphic Batesian mimicry. Journal of Fish Biology 75, pp. 2615–2628.
Uma espécie nova de Moenkhausia é descrita das bacias de Rio Xingu e de Rio Tapajós, Brasil. Descrita pelos ictiólogos Angela Zanata, José Luis Birindelli e Cristiano Moreira; a espécie foi nomeada de Moenkhausia pirauba.

A espécie nova é distinta de seus congeners, exceto de Moenkhausia moisae, tendo mais escamas na série lateral, 43-47 (vs. 23-41 nos congeners restantes). A espécie nova é distinta de M. moisae por seu padrão de colorido, que consiste em uma listra média lateral escura, e por uma mancha caudal assimétrica (inconspicuous nos espécimes do Rio Arinos) contínua com a listra média lateral .
A nova espécie é mimética a espécie Jupiaba apenima, no Rio Xingu e em drenagens do rio Teles Pires de Rio, e a Jupiaba yarina no Rio Arinos. As duas espécies de Jupiaba são simpátricas e muitos similares no tamanho, na morfologia externa e na coloração em relação à nova espécie.

Uma pequena diferença de coloração ocorre entre as duas espécies de Jupiaba e é observada igualmente nos dois respectivamente morfótipos simpátricos da nova espécie de Moenkhausia. A ocorrência polimórfica do mimetismo Batesiano é discutida para peixes neotropicais de água doce.
Etimologia: Deriva do Tupi, onde Pira = peixe, e aúba = falso. Designado em alusão ao seu mimetismo aparente com Jupiaba.
Dados ecológicos: A nova espécie foi coletada em pequenos tributários de rios maiores, geralmente associadas a águas correntes em associação com mata ciliar bem preservada. O conteúdo estomacal nos adultos apresentaram insetos terrestres, larvas de inseto aquáticas, sobras de peixes e fragmentos de planta.

Para saber mais:
Zanata, AM; Birindelli, JLO; Moreira, CR (2009) New species of Moenkhausia Eigenmann (Characiformes: Characidae) from Rio Xingu and Rio Tapajós basins, Brazil, with comments on a putative case of polymorphic Batesian mimicry. Journal of Fish Biology 75, pp. 2615–2628.
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Obrigado SérgioSérgio Tavares Escreveu:Excelente gonçalo.
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
excelente gonçalo, vai actualizando aqui as novidades 
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Foi descrita uma nova espécie: Nannacara quadrispinae, da bacia do Rio Orinoco, no leste da Venezuela.
Em resumo, distingue-se de todas as demais especies do género Nannacara por ter 4 espinhos na barbatana anal.
Em resumo, distingue-se de todas as demais especies do género Nannacara por ter 4 espinhos na barbatana anal.
Cumprimentos
Miguel Monteiro
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
"há uns tempos atrás apresentei uma das espécies que mantenho como Nannacara cf. aureocephalus "Sourourou", contudo, de acordo com este artigo de http://dl.dropbox.com/u/41371546/AI-2-en-2012.pdf o nome correcto da população é "Soumourou". Quanto à designação "cf. aureocephalus" ou "sp. 'qualquer coisa'" eu continuo a preferir a primeira, até à descrição científica da espécie, por permitir uma melhor percepção do que ao que ela corresponde.
O artigo em cima referido e cujo link já coloquei num outro post neste forum é muito interessante, ainda que resumido, vem de uma verdadeira autoridade no que diz respeito a anões neotropicais e aborda um género que tem vindo a suscitar alguma curiosidade entre os aquariofilistas portugueses nos últimos tempos."
Texto de Ricardo Fonseca
O artigo em cima referido e cujo link já coloquei num outro post neste forum é muito interessante, ainda que resumido, vem de uma verdadeira autoridade no que diz respeito a anões neotropicais e aborda um género que tem vindo a suscitar alguma curiosidade entre os aquariofilistas portugueses nos últimos tempos."
Texto de Ricardo Fonseca
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Nova espécie de Guianacara: Guianacara dacrya
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Novas descrições:
Em 2012
Krobia xinguensis, por Sven O. Kullander - Já era conhecida por Krobia sp. Xingú
Satanoperca rhynchitis, por Sven O. Kullander - Já era conhecida por Satanoperca sp. "Redlip", distribuída na Guiana Francesa e curiosamente muito idêntica à do meu avatar.
Andinoacara blombergi, por Nicklas Wijkmark, Sven O. Kullander e Ramiro E. Barriga Salazar. Espécie nativa do Rio Esmeraldas, no Equador, numa revisão aos Andinoacaras rivulatus
Crenicichla chicha, por Henrique R. Varella, Sven O. Kullander e Flávio C. T. Lima. Espécie do Rio Papagaio, Mato Grosso - Brasil
Já em 2013
Crenicichla gillmorlisi, por Sven O. Kullander e Carlos A. Santos de Lucena. Mais uma espécie de água frias dos Rios Acaray e Parana do Paraguai.
Em 2012
Krobia xinguensis, por Sven O. Kullander - Já era conhecida por Krobia sp. Xingú
Satanoperca rhynchitis, por Sven O. Kullander - Já era conhecida por Satanoperca sp. "Redlip", distribuída na Guiana Francesa e curiosamente muito idêntica à do meu avatar.
Andinoacara blombergi, por Nicklas Wijkmark, Sven O. Kullander e Ramiro E. Barriga Salazar. Espécie nativa do Rio Esmeraldas, no Equador, numa revisão aos Andinoacaras rivulatus
Crenicichla chicha, por Henrique R. Varella, Sven O. Kullander e Flávio C. T. Lima. Espécie do Rio Papagaio, Mato Grosso - Brasil
Já em 2013
Crenicichla gillmorlisi, por Sven O. Kullander e Carlos A. Santos de Lucena. Mais uma espécie de água frias dos Rios Acaray e Parana do Paraguai.
Cumprimentos
Miguel Monteiro
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Re: Novidades - Ciclideos Sul Americanos
Novo nome para o Apistogramma sp. ‘masken’....agora será Apistogramma paulmuelleri
Apistogramma paulmuelleri is named in honour of late Professor Emeritus Dr. Paul Müller (1940-2010).
The new species is also known by the trade names A. sp. ‘masken’, A. sp. ‘mask’, A. sp. ‘Peru (II)’, A. sp. ‘Peru-regani’, A. sp. cf. regani (Belém), A. sp. ‘carapintada’ and A. sp. ‘Apache’, although the latter has also been applied to certain other Apistogramma populations which are currently considered to represent unidentified species.
It’s known only from a single stream where it’s been collected from a stretch measuring just a few hundred metres, located betweehn te rio Itaya and Amazon/Solimões main channel near the jungle city of Iquitos, Peru.
http://www.senckenberg.de/files/content ... _15-34.pdf
Apistogramma paulmuelleri is named in honour of late Professor Emeritus Dr. Paul Müller (1940-2010).
The new species is also known by the trade names A. sp. ‘masken’, A. sp. ‘mask’, A. sp. ‘Peru (II)’, A. sp. ‘Peru-regani’, A. sp. cf. regani (Belém), A. sp. ‘carapintada’ and A. sp. ‘Apache’, although the latter has also been applied to certain other Apistogramma populations which are currently considered to represent unidentified species.
It’s known only from a single stream where it’s been collected from a stretch measuring just a few hundred metres, located betweehn te rio Itaya and Amazon/Solimões main channel near the jungle city of Iquitos, Peru.
http://www.senckenberg.de/files/content ... _15-34.pdf
