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Neolamprologus buescheri
(Staeck, 1983)
Neolamprologus buescheri
 Neolamprologus buescheri


Biótopo:
Lago Tanganyika - Rock Dwellers

Distribuição Geográfica / População:
Ocorre na parte sul do lago, entre Moba (Congo) e Samazi (Tanzania). Algumas populações: Gombe, Isanga, Cape Kachese, Moliro, Tembwe, Kamakonde, Chaitika.

Características da água:
PH - 8.0 a 9.0
GH - 16 a 20
KH: 10 a 20
Temp. - 24 a 26º C

Alimentação:
Carnívoro. No ambiente natural come larvas de insectos e crustáceos. No aquário aceita bem a maioria das comidas comerciais.
Em aquário, não tem qualquer dificuldade alimentá-los, aceita todo o tipo de alimentos, desde spirulina, camarões, artémia, flocos, granulado, só não é muito aconselhável é dar-lhe muitas vezes larva de mosquito e alimento com alto teor proteico.

Dimorfismo Sexual:
Dimorfismo sexual: Macho ligeiramente maior que a fêmea. No caso da população Tembwe II, a fêmea tem as barbatanas maiores em relação ao corpo e cores um pouco mais intensas.

Tamanho Máximo:
O macho atinge os 7cm e a fêmea e um pouco mais pequena, atingindo apenas os 6cm

Comportamento:
Esta espécie e muito territorial, não aceita ninguém no seu domínio na época de reprodução, mas ao contrário da maior parte das outras espécies, as perseguições acabam na fronteira do seu território. Dependendo do seu estado, poderão tornar-se mais escuros ou mais claros, salientando as suas cores.
Habitam brechas nas rochas, quanto mais estreitas e escondidas melhor e evitam afastar-se das rochas.
Agressivo de uma forma fora do comum, quer dentro da própria espécie como para os outros peixes. O que tenho lido das experiências de outras pessoas aponta para machos altamente agressivos, inclusive para as fêmeas. A minha experiência não aponta nesse sentido. O macho tolera bem a fêmea dentro do seu território e o contrário não acontece.
Um peixe extremamente interessante pela sua imprevisibilidade.

Reprodução:
O macho pode ter mais que uma fêmea, cada um com o seu território. As desovas têm normalmente um número muito de reduzido de ovos, entre 2 a 5. Os alevins têm um crescimento extremamente lento, mesmo comparando com outros peixes do Tanganyika, e desde que tenham locais para se esconder, os alevins correm pouco perigo, uma vez que levam uma existência muito discreta, sempre junto às rochas e com grandes cautelas. Podem por esta razão ter sucesso mesmo em aquários comunitários. Neste momento vive com a fêmea uma ninhada mais velha e com o macho a ninhada mais nova.

Tamanho mínimo do aquário:
Sendo animais muito territoriais, é necessário garantir que cada peixe tem o seu território. Mínimo 1 metro para um casal

Outras Informações:
É aconselhável manter um ph de 8,5 para acelerar a formação do casal.
Bons companheiros: pode conviver com a maioria dos peixes do lago Tanganyika, desde que sejam providenciados territórios adequados a cada peixe. Evitar outros rockdwellers e mais que um macho por metro de aquário.
A população de Kamakonde é normalmente a mais vistosa e a de Tembwe II (também conhecida como “Congo”) é a mais escura e capaz de esconder os padrões do corpo.

Autor:
Nelson Mangana e Alfredo Reis Deus

Última Actualização:
2010-11-13

Referências Bibliográficas:
Konings, A. (2005). Back to Nature Guide to Tanganyika Cichlids. 2nd Edition, Cichlid Press. El Paso.

 

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