Após sucessivos adiamentos, o Fluviário de Mora abriu oficialmente ao público no dia 22 de Março de 2007. Já antes, em conversas pelo fórum Barbatana e no Encontro da Mealhada, muitos membros mostraram interesse em fazer uma visita em grupo ao Fluviário de Mora. A expectativa era grande pois ia ter-se a oportunidade de se ver uma exposição do habitat aquático de alguns dos nossos rios. Isso seria enriquecido pelo facto de se fazer a visita em grupo dando origem a muitas conversas e discussões aquáticas.
Depois de alguma troca de opiniões, chegou-se à conclusão que a melhor época para a visita seria ainda na Primavera mas numa data não muito em cima da abertura. Ficou assim agendada a visita para o dia 2 de Junho de 2007, antecedido de um almoço convívio para se meter a conversa em dia.
Para além da visita ao fluviário também havia uma grande expectativa sobre o almoço, nomeadamente sobre os famosos secretos de porco preto com migas de espargos que nos tinham sido prometidos no Restaurante “O António”.
Na organização da visita tive o prazer de me deslocar ao Fluviário de Mora e, antecipadamente, fazer uma primeira apresentação do mesmo. Como tive possibilidade de ir num dia de semana, logo pela manhã, o espaço não tinha visitantes e pude por isso observar tudo com muita atenção para poder fazer uma descrição pormenorizada antecipadamente.
Fica aqui a opinião com que fiquei nesse dia.
“A primeira consideração que faço é que não deixam tirar fotografias. Mesmo sem flash. Não compreendo porquê.
O espaço é muito agradável e está bem cuidado. Quanto ao recheio têm aquilo dividido na área fluvial dos nossos rios e na área das espécies exóticas. Gostei, de longe, mais da área fluvial do que da exótica pois a intenção de mostrar a distribuição da fauna e flora de um nosso rio desde a nascente à foz é aquela que me parece mais didáctica. Na área dos exóticos têm espécies muito compartimentadas. Deviam ter seleccionado vários biótopos e recriar cada um deles em vez de terem uma anaconda sozinha ou um aquário de apenas piranhas. Nesta zona têm um aquário de ciclídeos africanos. A maioria é Malawi mas andam lá misturados uns Tanganyika (espero que o Bentes os identifique quando lá formos todos) e um casal de Pelvicachromis (não sei se era pulcher). Seria mais interessante optarem por apenas um dos lagos. Porque não Vitória e alertarem o que está lá a acontecer? Também não gostei de ver muita planta de plástico.”

Acima pode ver-se uma foto dos chancitos que tirei nesse dia, com a complacência do funcionário, alegando que estava a representar uma comunidade de aquariofilistas.
O dia finalmente chegou!
Estiveram presentes os seguintes membros:
Bruno Nogueira+Paula
Carlos Valentim+Carla
Batista+Patrícia
Alex+Maria João
Marques+Lúcia
Dora Antunes
Jacinto Salgueiro+Florbela
João Ferreira
Liliana
Luís Sousa
Nelson Oliveira + Rita
Nuno Antunes
Pedro Konrad
Tiago Nobre + Vera
Pedro Paulo
José Bentes
Daniel Marques + Esposa
João Pedro Ferreira + Andreia
António Silva
Nuno Sénica + Ana
João Magalhães |
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Espero não me ter esquecido de referir alguém.
Depois do encontro em frente à Escola de Mora e sem alguns dos atrasados (que vinham de longe), seguiu-se para o restaurante que era um espaço agradável e bem cuidado.
O almoço decorreu muito animada, bebeu-se muito Joi e algum vinho “Terras de Baco”. As migas de espargos estavam boas mas os secretos de porco preto, ninguém os viu.
Estes encontros são sempre aproveitados para se fazerem trocas de peixes devido à presença de pessoal de diversas zonas do país. Este dia não foi excepção.

Seguiu-se finalmente a visita ao Fluviário em caravana.
Depois de uma espera na entrada lá se passou à visita, propriamente dita.
O dia ainda não tinha terminado. Para os de mais longe era hora de partir mas aqueles que moravam mais perto ainda tiveram oportunidade de desfrutar do ar da natureza junto ao Açude do Gameiro.
Os mais resistentes, e segundo eles a parte mais interessante do dia, terminaram o dia fazendo a exploração à fauna e flora do Rio Raia, mesmo ali ao lado do Fluviário, no final do dia. As fotos falam por eles.
Declarações:
Bruno Nogueira
“ …belas migas de espargos sim senhor!!
Quanto ao fluviário, gostei... os aquários estão bem cuidados e estão bonitos. Os peixes, alguns estão ratados, mas é a vida.... na natureza também deve ser assim, gostei bastante do que vi. Foi pena ver algumas imprecisões de classificação de espécies na zona exótica mas acho que não é por aí que perde o mérito - ao fim ao cabo a zona exótica é um extra não é a alma da coisa.
4 estrelas e meia para o fluviário!
Valeu pela visita, pelo passeio e pelo convívio.”
José Bentes
“Bem sem duvida que o almoço foi 5*, (GANDA Jacinto), agora quanto ao Fluviario…o melhor da visita foi mesmo a observação da fauna no seu exterior…”
“Pois foi, estavam com pressa perderam um mergulho na aguinha quentinha e limpinha do ribeiro que passa por ali perto…que tem uma fauna bem interessante e a flora aquática também não fica atrás…não é normal num recanto de um rio se encontras tantas espécies diferentes, tanto de fauna como de flora…com uma espécie completamente nova para mim…”
Tiago Nobre
“Convívio foi óptimo, pena não dar para mais, porque senão ainda lá estávamos hoje...”
Carlos Valentim
“ O Fluviário realmente deixou um pouco a desejar, também por eu pensar que era maior, mas mesmo assim foi porreiro.”
Daniel Marques
“Correu tudo muito bem. O almoço foi porreiro pelo convívio, a visita agradável pela palhaçada !”
Luís Sousa
“…foi um dia em cheio.”
João Ferreira
foi bom rever o pessoal e conhecer novos elementos
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