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Visita ao Parque Biológico de Gaia - Outubro 2007
Carlos Valentim

No aniversário do Forum Barbatana e da Comunidade Ciclideos.com tivemos o prazer de visitar o parque Biológico de Gaia.

Como nem só de peixes é constituida a vida animal, vamos dar a conhecer nesta pequena entrevista, com o Dr. Nuno Oliveira (responsável máximo pelo Parque Biológico), um parque de lazer que, além de manutenção e recuperação de espécies, proporciona uma visita pela natureza que já não é fácil encontrar nos grandes centros urbanos.

O Parque Biológico fica situado na periferia da cidade de Vila Nova de Gaia, freguesias de Avintes e Vilar de Andorinho, estendendo-se pelo vale do rio Febros, um afluente da margem esquerda do Douro, em cuja proximidade se disseminam velhas casas rurais, moinhos e engenhos artesanais.

Durante a visita ao Parque Biológico foi feita uma pequena entrevista ao Dr. Nuno Gomes Oliveira, Presidente do Concelho de Administração, entrevista essa que passamos a transcrever.


Em que consiste o projecto do Parque Biológico?

O Parque Biológico de Gaia é um centro permanente de educação ambiental instalado pela Câmara Municipal de Gaia, em 1983, no vale do rio Febros e gerido pela Empresa Municipal Parque Biológico de Gaia, E.M.

Quais as principais dificuldades no ínicio do projecto?

Principalmente a localização do Parque e as ajudas financeiras. A localização e o espaço requerido não foram muito bem vistos por empresas dedicadas à construção.

Qual é o número de visitantes anual? Está dentro das expectativas?

Cerca de 120 mil/ano. Está dentro das expectativas e para terem uma ideia o Museu dos Coches que é dos mais visitados do país e tem 300 mil/ano.

Que apoios têm para a manutenção do Parque?

Essencialmente um subsidio da Câmara e as receitas provenientes da bilheteira e do refeitório do Parque.

Quais as espécies que mais recuperam? E como chegam até vós?

A espécie que mais recuperamos é, sem dúvida, a das tartarugas-verdes. As pessoas compram, mas ao fim de algum tempo, como não têm espaço para as manter, ou abandonam ou vêm cá entregar. Outra espécie em que tivemos um grande número de recuperações foi o abutre.
Outra das situações, como chegam ao Parque Biológico, é a recolha, em colaboração com o Instituto de Conservação da Natureza, de animais selvagens encontrados feridos ou apreendidos pelas autoridades por posse ilegal.


Na visita ao Parque, mais importante do que aprender o nome das árvores ou das aves, é perceber o contraste, entrar nos caminhos, deixar para trás o barulho dos carros e ouvir os pássaros e o marulhar do rio Febros, esquecendo que, após estas horas de visit,a vamos voltar à confusão de uma cidade. Sem dúvida uma visita a ter em conta e um dia muito bem passado.

Site: http://www.parquebiologico.pt/

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